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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Boteco das Marias

Um brinde às divas que moram em nós


 

Um novo conceito de salão de beleza e spa urbano.

É o cuidado que vai até você. 

Que reúne amigas. Faz festa. Relaxa e restaura depois de um dia de trabalho. 

O Boteco das Marias é o seu espaço: onde e como você quiser.

Conheça aqui.


Conheci a Cláudia Ribas, mulher criativa e empreendedora, no Facebook.


É dela a idéia do Boteco das Marias. Achei tão legal, que me uni a elas.

Sucesso pra nós!



domingo, 27 de novembro de 2011

Cotidiano I


Pessoas que passam apressadas 
Não percebem os raios de sol por entre os prédios 
Pessoas que andam de cabeça baixa 
Não redescobrem segredos a cada passo 
Pessoas que vivem de cara amarrada 
Não deixam a emoção transbordar num sorriso 
Muitos passaram por ali e não viram 
Ou não quiseram ver 
Mas, naquele instante, nasceu um milagre 
Numa esquina como muitas 
Num bar como outro qualquer 
Num ônibus como tantos 
Alguém era feliz! 

(Angela Cunha)

domingo, 20 de novembro de 2011

O Meio Ambiente Agradece


Regenero -  única empresa no Rio que recicla eletrônicos.

www.regenero.com.br


Entrem no site e vejam o trabalho deles.

Se puder recomendar aos seus amigos, sindícos, associados, conhecidos, nos clubes, cursos, bares, condomínios etc e dar o apoio para deixar nosso Rio de Janeiro e o mundo mais limpo.

A Regenero coleta e divide o lixo eletrônico (DVD Player, VHS Player, TV, PC, teclados, monitores, baterias, pilhas, celulares, etc) que não ocorre quando entregamos a Comlurb.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Bosque da Barra - RJ



Eu adoro esse lugar. 
Estar perto de árvores e sol me alimenta, reintegra, energiza. 






Ah, pois é, eu dispensaria a presença desse bichinho, rs.


Gosto de programas simples junto à natureza. Se tiver piquenique também, é perfeito.





Deitei e relaxei depois de me certificar que o jacaré estava longe.


Alguns efeitos especiais não encomendados na foto acima.


Meu fotógrafo preferido uniu a lua e o pássaro no azul do céu.




Fiquei encantada com a riqueza de cores num simples matinho. 

Nesse dia resolvemos sair dali e comer em frente ao mar.



Pra nós, um programa mais que perfeito.

Angela Cunha

(Todas as fotos: Nelson Paes)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Nova Era



Bendito o fruto dos que cultivam poemas
tecem seus sonhos no anonimato
têm as almas  ungidas
no acalanto
de Deus!


Que suas palavras germinem nos corações
de homens de todos os quadrantes
e que provenham delas
um novo canto
uma nova 
era.
 
Nelson Paes
Sopa de Letrinhas

domingo, 30 de outubro de 2011

Obcecados Com O "Melhor"

 
Estamos obcecados com "o melhor":  
Não sei quando foi que começou essa mania, mas  hoje só queremos saber do "melhor".

Tem que ser o melhor computador, o melhor carro,  o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor  operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.

Bom não basta. 

O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os  outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes,  porque, afinal, estamos com "o melhor".

Isso até que outro "melhor" apareça -  e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. 

Novas marcas surgem a todo instante. 
Novas possibilidades também. E o que era melhor,  de repente, nos parece superado, modesto, aquém  do que podemos ter.

O que acontece, quando só queremos o melhor,  é que passamos a viver inquietos, numa espécie  de insatisfação permanente, num eterno desassossego. 

Não desfrutamos do que temos ou conquistamos,  porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. 

Cada comercial na TV nos convence de que merecemos  ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os  outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor,  comprando melhor, amando melhor, ganhando  melhores salários.

Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás,  de preferência com o melhor tênis. 

Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. 
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. 

Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? 

Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que  subir na empresa e assumir o cargo de chefia que  vai me matar de estresse porque é o melhor cargo  da empresa? 

E aquela TV de não sei quantas  polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? 

O restaurante onde sinto saudades da comida de  casa e vou porque tem o "melhor chef"? 

Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado  porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? 

O cabeleireiro do meu bairro tem  mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?

Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado  ansiosos e nos impedido de desfrutar o  "bom" que já temos:  

A casa que é pequena, mas nos acolhe.

O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. 

A TV que está velha, mas nunca deu defeito.

A pessoa que tem defeitos (como nós), mas nos  faz mais felizes do que uma outra "perfeita".

As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu,  mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo... 

O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas  das histórias que me constituem.

O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e  sente prazer.

Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? 

Ou será que isso já é o melhor e, na busca de tudo que nos dizem ou imaginamos ser "melhor", a gente nem percebeu?


Texto de Leila Ferreira, jornalista mineira  com  mestrado em Letras e doutorado em Comunicação, em Londres. 
Apesar disso, optou por viver feliz uma vidinha mais simples, em Belo Horizonte...


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Rio Grande do Sul


(Todas as fotos de Nelson Paes)


Meu marido esteve uns dias no Sul. 
Aproveitou para visitar a família em Porto Alegre, Pelotas e Santa Vitória do Palmar. 
O olhar dele através da lente fotográfica resultou em belas imagens.





Combinação perfeita de verde e azul.



Praia do Hermenegildo, extremo sul.







 Porto Pindorama e Lagoa Mirim




Santa Vitória do Palmar

















Dia nascendo no Guaíba.


O engraçado é que a família, quando o via sair com a máquina fotográfica, dizia: vai fotografar o que?
Depois que viram as fotos, agradeceram a ele. Disseram que ficaram lindas e eles nunca repararam nessa beleza toda.


Isso não dá uma boa reflexão? Será que percebemos a beleza do cotidiano o nosso redor? Nossos olhos se acostumam e passamos a viver no piloto automático, não é?


Angela Cunha

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